anywhere office
universo kerktrabalhar de qualquer lugar priorizando flexibilidade, qualidade de vida e presença. a evolução natural do home office kerk, que começou num quartinho em salvador e virou símbolo da marca.
veja também hok, worklover®
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início / conhecimento / glossário
glossário de marca pessoalfico aqui matutando que metade da confusão em branding pessoal é de vocabulário. cada um chama a mesma coisa de um nome e o mesmo nome de coisas diferentes. então juntei os termos que eu uso todo dia, os do mercado e os que nasceram no meu processo, com ®. tudo em português de gente.
74 termos
trabalhar de qualquer lugar priorizando flexibilidade, qualidade de vida e presença. a evolução natural do home office kerk, que começou num quartinho em salvador e virou símbolo da marca.
veja também hok, worklover®
padrões de personagem descritos por carl jung e levados pro branding por margaret mark e carol pearson. úteis como lente, perigosos como molde: uma pessoa complexa não cabe num personagem só.
arquétipo encaixota, atributo liberta.
veja também atributos de marca
o seu nome de usuário nas redes. é endereço, assinatura e muitas vezes a primeira palavra que alguém lê sobre você. ter o mesmo arroba em todas as plataformas ajuda as pessoas e os buscadores a te reconhecerem.
veja também naming, presença digital
depois de despertar, a escolha de bancar quem você é em público. sem pedir licença e sem esperar aprovação. é aqui que a marca sai da gaveta.
veja também despertar, autenticidade
os adjetivos que definem como sua marca se comporta. no método kerk eles aparecem em três camadas: sombra (disfunção), centro (base) e luz (direção). a marca saudável mora na luz.
os do kerk: ousado, humorado, criativo, visionário e autêntico, com a coerência acima de todos.
veja também arquétipo, tom de voz
ser quem você é independente de quem está na sala. não é ser do contra, é ser inteiro. em marca pessoal, autenticidade sem coerência vira performance, e performance cansa quem faz e quem assiste.
a base de qualquer posicionamento que dure. quem não se conhece não se posiciona, quem não se posiciona não é encontrado e quem não é encontrado não é reconhecido.
veja também despertar, atributos de marca
termo muito usado no marketing digital pra quem é visto como especialista. funciona como métrica, mas quando vira meta sozinha produz pose. no universo kerk o caminho é virar referência pelo que você faz.
veja também referência, prova social
a apresentação curta que fala por você quando você não está na sala. em rede social tem poucos caracteres e decide se a pessoa fica ou rola o dedo.
veja também pitch de elevador, presença digital
frase que você repete até virar marca registrada verbal. o segredo é não inventar bordão, é encontrar o que já sai da sua boca. "primeiro seja ok, depois seja foda" é um.
veja também tom de voz, seja ok
o livro da marca. reúne propósito, posicionamento, voz e regras visuais num documento que outra pessoa consegue usar sem te ligar. o guia de autenticidade é o brandbook da marca pessoal.
veja também guia de autenticidade, identidade visual
quem faz marcas com intenção. une identidade, expressão e presença num lugar só. é o que kerk é e, no fundo, o que o lovenicho® quer se tornar: alguém que marca e é lembrado depois que sai da sala.
veja também branding pessoal, marca tem que marcar
o trabalho de organizar a marca pessoal com intenção. vai do autoconhecimento ao nome, do símbolo à mensagem, da bio ao conteúdo. é processo, tem começo, tem método e tem manutenção.
no método kerk começa pela escuta e termina com a pessoa sendo vista pelo que já é.
veja também marca pessoal, personal branding, guia de autenticidade
o documento ou a conversa que levanta tudo que o projeto precisa saber antes de começar. briefing raso entrega marca rasa.
veja também sessão flow
o alinhamento entre o que você sente, o que fala e o que faz. é o filtro que organiza todos os outros atributos de uma marca pessoal. quando algo não flui, quase sempre tem uma dessas três pontas desalinhada.
veja também autenticidade, constância
repetir os mesmos sinais até virarem reconhecimento automático. pouca coisa, repetida com consistência. é menos glamourosa que a criatividade e muito mais responsável pelo resultado.
veja também seja ok, micromovimentos
um conteúdo longo e completo sobre um tema central, que se liga a vários conteúdos menores. ajuda o buscador a entender sobre o que você é referência. este glossário funciona assim.
veja também seo de marca pessoal
o momento em que a pessoa para, escuta e percebe o tamanho do que já é. não é virar outra pessoa, é reconhecimento. por isso kerk fala em desenvolver e não em transformar.
veja também assumir, autoconhecimento
o que só você entrega do jeito que entrega. raramente é técnica, quase sempre é a combinação de história, olhar e repertório que ninguém mais tem igual.
veja também one off, posicionamento
a capacidade de ressoar emocionalmente com quem te acompanha. conceito de 2020 que junta ecoar, ecossistema e emocionar: conexões que respeitam a sensibilidade, o impacto e o contexto.
veja também microconexões, lovemarks
como os produtos e serviços de uma marca se conectam: o que é porta de entrada, o que gera caixa, o que é obra assinatura e o que mantém recorrência. ecossistema bom é enxuto e conversa entre si.
veja também sprint, sessão flow
modelo de simon sinek, de 2009, com três círculos: por quê, como e o quê. a maioria começa pelo o quê. quem começa pelo por quê costuma ser lembrado.
veja também propósito
a metodologia proprietária de branding pessoal criada por kerk. imersão individual que vai do nome ao conteúdo, do símbolo à mensagem, em três fases: in (identidade), out (expressão) e on (ligar). é a obra assinatura do ecossistema.
veja também brandbook, branding pessoal, sessão flow
a narrativa que conecta quem você foi com quem você é. não é currículo nem linha do tempo profissional, é a história que explica por que você faz o que faz do jeito que faz.
veja também storytelling, jornada do herói
home office kerk. a caveira geométrica que assina a marca institucional é a planta baixa do primeiro home office do kerk, com o k deitado formando os olhos. o lugar onde tudo começou virou símbolo.
veja também símbolo, anywhere office
o conjunto de elementos visuais de uma marca: símbolo, logotipo, cores, tipografia e jeito de aplicar. kerk criou 384 delas como designer desde 1998.
conceito japonês popularizado no ocidente como o encontro entre o que você ama, o que faz bem, o que o mundo precisa e pelo que pode ser pago. bom ponto de partida, raso como ponto de chegada.
estrutura narrativa descrita por joseph campbell em 1949: chamado, travessia, provação e retorno. em marca pessoal ajuda a contar a história de origem sem virar currículo.
veja também storytelling, história de origem
o insight que vale ser capturado antes de sumir. aquele momento em que algo se encaixa. no universo kerk vem com o dedo levantado e um "ó o lampejo".
veja também conteúdo pilar
a forma escrita do nome da marca, desenhada com tipografia própria ou ajustada. quando vem junto com um símbolo, o conjunto vira marca gráfica.
veja também símbolo, identidade visual
devolutiva afetuosa e honesta. junta sinceridade com cuidado. é o feedback que desenvolve sem destruir, e também o nome do formulário que kerk usa pra ouvir quem passou pelos seus processos.
veja também netweaving, prova social
conceito de kevin roberts, da saatchi & saatchi, pra marcas que unem respeito e amor e por isso inspiram lealdade além da razão. no universo kerk é o destino de uma marca pessoal bem cuidada.
veja também ecoemocional, microconexões
o cliente com quem existe satisfação mútua no processo. não é público-alvo frio, é a pessoa que você adora ajudar e que adora ser ajudada por você. termo criado por kerk em 2016 pra juntar nicho, paixão e contribuição.
o lovenicho não chega perguntando qual é o seu método. chega dizendo que precisa entender o tamanho do que já construiu.
veja também público-alvo, persona, posicionamento
a declaração de crença da marca. o que você defende no mundo independente de quem concorda. um bom manifesto aproxima quem pensa como você e afasta quem não pensa, e isso é posicionamento.
ferramenta da xplane, popularizada por dave gray, que organiza o que a pessoa pensa, sente, vê, ouve, fala e faz. kerk usa pra desenhar o lovenicho por dentro, não só por dados demográficos.
marca construída a partir do nome de uma pessoa, que pode crescer e virar empresa. chanel, armani e walt disney começaram assim.
veja também naming, marca pessoal
a impressão que fica de você quando você sai da sala. existe com ou sem sua permissão, porque todo mundo que te conhece guarda alguma ideia de quem você é. a pergunta nunca foi se você tem marca pessoal, é se ela foi construída de propósito ou no improviso.
se três pessoas que te conhecem bem te descrevem de três jeitos que não conversam entre si, a marca existe, só tá embaçada.
veja também branding pessoal, posicionamento, reputação
princípio da intencionalidade. cada ação deixa uma impressão, querendo ou não, e a diferença é fazer isso de propósito. a pergunta não é o que postar hoje, é o que você quer que fique quando isso for visto.
veja também marca pessoal, coerência
os elos emocionais que uma marca constrói quando é verdadeira. o esporte que pratica, o filho que ama, o café que toma. cada detalhe real é uma microconexão, e é por elas que as pessoas se aproximam antes de comprar.
veja também micromovimentos, ecoemocional, storytelling
ações pequenas e constantes que constroem presença com o tempo. não é o grande lançamento, é o post de hoje e a conversa de amanhã. somados, viram reputação.
veja também microconexões, constância, seja ok
a postura de vida que sustenta tudo no universo kerk. reúne gente que decidiu construir marca pessoal em torno do que ama, com ética e coerência entre o que sente, o que expressa e o que comunica. tem quatro movimentos diários: físico, intelectual, de expansão e produtivo.
veja também worklover, micromovimentos
a característica de quem tem muitos interesses e talentos. emilie wapnick popularizou o termo em 2015. é a dor clássica de quem chega cheio: bom demais em coisas demais, e a melhor mensagem se perde no meio.
veja também posicionamento, lovenicho
o processo de criar ou escolher um nome de marca. em marca pessoal inclui nome profissional, arroba e às vezes marca patronímica. kerk é autor do capítulo "o poder do nome" no livro "encontre sua marca", de 2024.
veja também marca patronímica, arroba
construir rede pelo que você pode oferecer, não pelo que quer extrair. contribuição antes de negócio. kerk usa o termo desde 2012 como contraponto ao networking de caçador de oportunidade.
veja também networking, microconexões
construir contatos profissionais. virou sinônimo de trocar cartão e pedir favor. o netweaving é a versão que começa oferecendo.
veja também netweaving
peça única. o que não é de todo mundo. no universo kerk é a pessoa que não cabe em fórmula pronta e o símbolo que só faz sentido pra quem é.
veja também diferencial, autenticidade
personagem semifictício que representa o cliente ideal, com nome, rotina, dores e desejos. ajuda a escrever pra alguém em vez de escrever pro vazio.
veja também lovenicho, mapa de empatia
o nome em inglês de branding pessoal. o termo ficou popular depois que tom peters publicou "the brand called you" na fast company, em 1997. no brasil a gente usa os dois, o que importa é o que se faz com ele.
veja também branding pessoal, marca pessoal
a apresentação de quem você é e do que faz no tempo de uma subida de elevador, uns trinta segundos. o do kerk começa com "faço de você um negócio".
veja também proposta de valor, bio
o lugar que você ocupa na cabeça e no coração de quem você quer alcançar. o conceito vem de al ries e jack trout, nos anos 70, e continua valendo: posicionamento acontece na mente do outro, não no seu cartão de visita.
não é ser o melhor, é ser o mais verdadeiro na interseção do que você faz, de como faz e pra quem faz.
veja também lovenicho, proposta de valor, diferencial
quando o posicionamento nasce da essência e não do mercado. ocupar os lugares onde você flui, com naturalidade. onde há resistência demais, geralmente tem algo fora do eixo.
veja também posicionamento, sessão flow
conceito da gestalt pra facilidade com que uma forma é percebida e lembrada. quanto mais simples e equilibrada, mais pregnante. símbolo bom é o que você consegue desenhar de memória.
tudo que aparece quando alguém procura seu nome: perfil, site, conteúdo, menções e o que os outros publicam sobre você. se a pesquisa pelo seu nome não encontra nada, a marca existe só pra quem já te conhece.
veja também seo de marca pessoal, arroba
modelo de patrick hanlon com os sete elementos que formam um sistema de crença em torno de uma marca: história de criação, credo, ícones, rituais, palavras sagradas, descrentes e líder.
o porquê de tudo. a crença que vem antes do serviço. as marcas que ficam na memória começam pelo porquê, como simon sinek organizou no golden circle.
veja também golden circle, manifesto
o que você entrega, pra quem e por que isso importa, numa frase que a pessoa entende na primeira leitura. se precisa explicar demais, ainda não é proposta, é rascunho.
veja também posicionamento, pitch de elevador
os sinais de que outras pessoas confiaram em você e deu certo. depoimentos, números, clientes, imprensa, fotos de evento cheio. robert cialdini descreveu o princípio em 1984 e ele segue mandando no jeito que a gente decide.
o recorte de quem você quer alcançar, geralmente descrito por dados como idade, renda e região. necessário, mas frio. o lovenicho é o público-alvo com coração.
a frase de impacto que sintetiza quem você é e o que você provoca. diferente do slogan, que chama pra ação, a punchline marca e fica. a do kerk é "do silêncio ao barulho".
reorganizar uma marca que já existe. pode mexer em nome, visual, mensagem ou tudo junto. em marca pessoal quase sempre acontece num ponto de virada da vida, e marca pessoal nunca recomeça do zero.
veja também posicionamento, guia de autenticidade
quem é lembrado como exemplo no que faz. kerk prefere essa palavra a "autoridade": autoridade se impõe, referência se reconhece. uma pede pedestal, a outra pede coerência.
veja também autoridade, reputação
o que dizem de você quando você não está. é a marca pessoal vista de fora, acumulada no tempo, e não se compra: se constrói com entregas, coerência e gente falando bem de você por conta própria.
veja também prova social, marca pessoal
fazer o básico bem feito, com constância, antes de querer ser foda. ok não é mediocridade, é fundação. o foda sem ok é fachada, o ok que vira foda é legado. por isso o ok tá tatuado no braço do kerk.
antes de querer 100 mil seguidores, cuidar dos 100 que já te acompanham.
veja também constância, micromovimentos, worklover
o estudo dos signos e de como eles produzem sentido. em branding é a ciência por trás da escolha de uma cor, uma forma ou uma palavra. o mercado não lê mentes, lê sinais.
veja também pregnância, identidade visual
otimizar seu nome e seus temas pra serem encontrados em buscadores e em respostas de inteligência artificial. passa por site próprio, conteúdo com profundidade, dados estruturados e o mesmo nome em todo lugar.
veja também presença digital, conteúdo pilar
a conversa inicial onde kerk escuta, lê a pessoa e aponta o caminho. é a porta de entrada do ecossistema: dali a pessoa segue pra um sprint, pro guia de autenticidade ou sai com clareza do próximo passo.
veja também posicionamento flow, guia de autenticidade, sprint
a parte gráfica da marca que funciona sem o nome. a caveira hok e o boneco ok são os símbolos do kerk.
veja também hok, logotipo, pregnância
a sensação de não merecer o lugar que conquistou, descrita por pauline clance e suzanne imes em 1978. em marca pessoal aparece como medo de parecer que está se autopromovendo.
veja também autoconhecimento, assumir
a frase que mobiliza e chama pra ação. pode mudar com a campanha. punchline e slogan convivem, mas fazem trabalhos diferentes.
veja também punchline
um trabalho curto e focado, com entrega em até duas semanas. no ecossistema kerk existem sprints de posicionamento, de branding e de lovenicho pra quem precisa de resultado rápido.
veja também ecossistema de ofertas, guia de autenticidade
framework de donald miller que organiza a mensagem em sete partes, com o cliente como herói e a marca como guia. útil pra página de vendas e pra bio que vende sem gritar.
veja também storytelling, jornada do herói
contar histórias com intenção. em marca pessoal, a história certa faz o outro pensar "agora eu entendo", e entender é o primeiro passo pra confiar.
veja também história de origem, microconexões
como sua marca soa. a voz é constante, o tom se adapta ao contexto. se alguém lê um texto sem sua assinatura e reconhece que é seu, a voz está funcionando.
veja também atributos de marca, bordão
quem trabalha com o que ama e banca essa escolha com consistência. não é quem só faz o que dá prazer, é quem escolheu com consciência o que faz, por que faz e pra quem faz. kerk difunde o termo desde 2011 e fez dele filosofia de trabalho e de marca.
worklover não é quem nunca sofre no trabalho. é quem escolheu sofrer pelo que vale a pena.
veja também movimento worklover, seja ok, lovenicho
não achei esse termo por aqui. me manda que eu escrevo: eu@fabiokerk®.com
saber o que é posicionamento não te posiciona, né? na sessão flow eu escuto onde sua marca está e nomeio o próximo passo.
agendar sessão flow →e quando o mundo escolhe, ele simplifica, rotula, empacota. sua marca começa com uma escolha, antes de qualquer post. bora?
onde há paixão, não há imitação.