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do medo à paixão: as quatro vezes que eu tentei empreender

no connexão life contei pela primeira vez a minha história inteira, da roça sem energia elétrica às três tentativas que deram errado antes da quarta, e por que o autoconhecimento entrou no meu trabalho.

por kerkbrander · fabiokerk®
· 1h28 de podcast · 17 min de leitura
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em novembro de 2023 a taiana souza me recebeu no connexão life, um podcast feito pra mulheres que querem empreender. o tema era transformar o medo em paixão, e foi a primeira vez que eu contei a minha história assim, do começo, sem pular pro conteúdo. ela pediu pra eu me apresentar pela essência, e eu disse o que diria hoje: sou um machista em desconstrução, pai, um empreendedor muito curioso, e desde a escola gosto de aprender junto e passar adiante. saber e não poder levar pra frente nunca valeu muito pra mim.

meu trabalho é ajudar as pessoas a serem a primeira opção na cabeça dos clientes sem vestir personagem nenhum. e o primeiro passo, que muita gente pula, é encarar a própria realidade. tem gente defendendo uma versão de si cheia de argumento enquanto todo mundo em volta vê outra coisa, escancarada.

somos um só

no brasil a gente separa muito o profissional do pessoal. passa cinco dias esperando a sexta e no domingo já tá triste com a segunda. eu tenho worklover® tatuado desde 2017 e é impossível eu estar numa festa sem falar de trabalho em algum momento, de um jeito leve, natural. quando vou dar workshop em outro estado, chego dois ou três dias antes pra conhecer a cidade, as pessoas, as histórias do lugar, e uso tudo isso no evento. passo o fim de semana trabalhando e volto como quem voltou de viagem. claro que é bom ter tempo pra cada coisa, mas não precisa ligar e desligar um modo trabalho.

o menino criado com vó que foi pra roça

minha mãe me teve aos 19 anos. eu era o menino criado com vó na pituba, onde toda a atenção da casa era minha. aos quatro anos fui morar com meu pai na roça, em mata de são joão. ele era técnico agrícola, fazia agricultura de subsistência, levava o que produzia pra ceasa e entregava caminhão de lenha nas padarias, porque os fornos ainda eram a lenha.

tenho uma foto no celular daquele quarto. caixas de maçã de madeira servindo de armário, esteira de palha no chão, um colchão onde dormíamos os três. não tinha energia elétrica. a primeira tv, pequenininha, meu avô levou lá pela copa de 90. notícia do mundo era quando meu pai ligava o rádio do caminhão na hora da voz do brasil, às sete da noite. todo mundo dormia cedo e via todas as estrelas. e criança não sente isso como falta, sente como diversão.

a escola ficava a quatro quilômetros. eu andava até a entrada da fazenda de um vizinho japonês e pegava carona com ele. era a escolinha do núcleo jk, com duas turmas: quem sabe ler e quem não sabe. aos seis anos eu tava aprendendo algarismo romano, e minha mãe se assustou, achou que era forçar demais a cabeça da criança. me levou pra uma escola na pituba, e eu não entrava na sala. ficava no corredor. quando ela perguntou por quê, respondi que a professora tava ensinando vogal e mistura de cor e eu já sabia algarismo romano. voltei pra roça, estudei com ela em casa e no ano seguinte fui alfabetizado na cidade.

na roça eu levava a marmita pros trabalhadores, subia na carga do caminhão pra arrumar a madeira mais leve, ajudava a fazer o "bode", aquele jeito de arrumar a carga pra parecer maior. meu melhor amigo, o quinho, morava a quatro quilômetros de barro e ladeira. pra brincar, eu pedalava meia hora, mas antes cada um tinha que cumprir a tarefa da roça. então a gente fazia a minha juntos, depois ia fazer a dele. a brincadeira era um ajudar o outro.

sempre o diferente

olhando pra trás, eu sempre fui o diferente de algum lugar. o menino da cidade na roça, o filho do dono estudando na escola dos trabalhadores, e depois, quando a gente foi pra cidade de mata de são joão, o branquinho loirinho num bairro de maioria negra. às vezes o diferente era visto como melhor, às vezes como pior, mas sempre diferente, e isso trouxe muita brincadeira pesada na escola. eu me destacava estudando e criando, e também aprendi a usar a agressividade pra me defender, porque naquela época era o tal "te pego na saída".

numa pós-graduação, uma professora comentou uma característica minha e eu respondi: professora, eu sou inesquecível. não no sentido de ser incrível, mas de que é difícil passar por mim e não lembrar de alguma coisa, boa ou ruim. eu brinquei de pé descalço na terra e joguei muito videogame, sou imigrante digital oficial. a criança de hoje decide rápido, mas segue caminhos que o aplicativo desenhou. a gente da roça decidia mais devagar, mas criava do zero. por isso eu sempre fui meio do contra, e foi a terapia que me ensinou que às vezes vale fazer o que todo mundo faz pra não ficar brigando à toa.

artes cênicas, design e muitas vergonhas

quis ser veterinário, aviador, astronauta. sempre fui platônico, romantizo projeto, relacionamento, trabalho. gosto de viver com poesia. pensei em arquitetura porque era bom em desenho geométrico, e isso me levou ao design, que ao contrário do que muita gente pensa não é desenho, é projeto. meu teste vocacional deu artes cênicas, mas eu nunca teria coragem. hoje eu gasto isso nos workshops e nas palestras, com humor, movimento e surpresa.

e eu não sou tímido, eu tenho vergonhas. o tímido fica pra dentro. eu tenho vontade de fazer as coisas e a vergonha trava. vejo um urso de pelúcia gigante num parque e quero abraçar, mas fico pensando no que vão achar de um homem desse tamanho abraçando um urso, hehe. faço terapia individual há uns 18 anos e participo de um grupo terapêutico só de homens há seis. foi aí que comecei a conseguir ir mesmo com vergonha. sou de libra com ascendente e lua em touro, muita estética e imagem, então aparecer de qualquer jeito é um esforço. faço stories assim que acordo como disciplina. um consultor uma vez me chamou de sabotador de imagem. eu acho que mostrar a verdade, no meu canal direto com o público, conecta mais. e ninguém vai me encontrar assim na rua, hehe.

é uma responsabilidade lembrar que existe o "imagem meramente ilustrativa". no crossfit eu posto o trecho mais pesado e difícil, que é a menor parte do treino, e às vezes nem terminei o treino. a família feliz arrumada pra festa também esconde a casa com duas crianças, cachorro e choro ao mesmo tempo. eu me separei há quatro anos e por muito tempo tive guarda compartilhada alternada, uma semana comigo e uma com a mãe. morei sozinho, e depois que a babá ia embora, às cinco da tarde, era eu e os dois, um deles com um ano e meio. hoje voltei pra casa da minha mãe aos quarenta (obrigado, mãe). ninguém tem tempo de postar isso.

estudar desenhando

na pandemia minha filha tinha aula online com professores despreparados, e eu sofria vendo. justo eu, que fiz especialização em docência com ead lá em 2007. minha primeira graduação foi sistemas de informação, de 2000 a 2004, e larguei faltando quatro disciplinas. design gráfico eu fiz em três anos em vez de quatro, e no último ano a universidade me liberou pra fazer a especialização ao mesmo tempo, porque eu tinha fundado uma revista científica eletrônica e tava publicando em congresso. faltava duas aulas a cada quinze dias e tirei uma das maiores médias da turma, o que gerou reclamação dos colegas, hehe. depois fui aluno especial de um mestrado na uneb num projeto de inteligência artificial pra crianças de 7 a 13 anos aprenderem cidadania. isso em 2010. por isso me doía ver as crianças em 2021 quatro horas paradas na frente de uma tela.

entrei em psicologia durante a pandemia e assistia aula na mesma mesa que minha filha, cada um no seu fone, os dois desenhando. eu não consigo prestar atenção sem riscar papel, meus cadernos sempre foram todos desenhados. minha mãe diz que eu não faltava aula mas não estudava em casa. numa avaliação neuropsicológica de dez encontros eu entendi melhor como eu aprendo: crio imagens, histórias e pontes. história eu só aprendia fazendo linha do tempo e entendendo o movimento das coisas. decorar sempre foi péssimo. mais um motivo pra não ter ido pro teatro.

a primeira venda

quando fui procurar onde começou meu lado empreendedor, lembrei que com oito anos eu vendia na feira com meu pai e fazia bolinha de jenipapo com o jenipapo que caía do pé da vizinha. meu pai era ousado, plantava apostando na lavoura, tinha caminhão, fazia mil coisas. minha mãe sempre quis a segurança do concurso, como quase toda mãe. e eu digo uma coisa que talvez doa: quem mais mata empreendedor são as pessoas mais próximas. parceiro, pais, melhores amigos. não por maldade, por medo de te ver sofrer. só que trabalhar 44 horas por semana construindo o legado de outra pessoa também é uma ilusão.

foram umas 40 funções na vida e eu nunca fiquei mais de um ano em nenhuma. entrei na c&a em 1998, rodei por roupa feminina, caixa e atendimento, e saí negociando cartão de crédito. trabalhei de madrugada no telemarketing, das oito da noite às duas da manhã. chegava em casa às três, acordava às seis pra faculdade, dormia mais três horas à tarde e ia fazer curso de informática. fiquei quase um ano dormindo dois sonos de três horas.

três tentativas antes da quarta

a primeira tentativa de empreender foi em 2005, com meu amigo edj, na criação da cabrueira, o grupo de forró universitário. ele na dança, eu no bastidor. fizemos evento pra empresa, excursão, casal dançando em show de banda. mas o medo do fixo me fez aceitar um emprego pra bancar a faculdade. quando eu tinha dinheiro, não tinha tempo, e quando tinha tempo, não tinha dinheiro.

aqui uma coisa sobre palavra. quem diz "sou freelancer" parece estar fazendo um bico. quem diz "sou designer, trabalho em home office" fundou uma instituição. com a mulher é igual: "faço um extra" é diferente de "sou empreendedora" ou "sou empresária".

a segunda tentativa foi de novo no forró, produzindo eventos e banda, fazendo design pros clientes da área. foi uma época muito boa, a gente fazia o próprio dia e a própria grana. mas eu ia ser pai, e a vida noturna, com evento todo sábado, bebida e farra, não combinava com a família que eu queria. abri mão. no dia em que minha filha nasceu, ainda no hospital, recebi a ligação da agência me efetivando.

a terceira foi a mais doída. eu era supervisor de vendas especiais numa concessionária, ganhava bem, e larguei pra ser estagiário de design ganhando dez vezes menos, porque era o que eu amava. a indústria onde fui efetivado faliu com a crise da china, e meu chefe virou amigo e sócio. abrimos uma agência de sites em joomla, que deu muito certo, e depois a replique, uma indústria de adesivo decorativo com estande no shopping barra e galpão em lauro de freitas. chegamos a vender em sergipe, pagamos os custos desde o primeiro mês, e até o concorrente do outro shopping mandava fazer com a gente, porque a gente entregava em uma hora e ele em uma semana. tentaram comprar a marca. e o negócio acabou por briga de sociedade. guardei o sonho na gaveta de novo, muito frustrado, porque não foi por falta de resultado.

o último emprego virou o primeiro cliente

voltei pra agência, jurando que era a última vez. passei por uma agência maravilhosa de branding com o kiolo e o vico, onde eu atendia ivete, saulo, harmonia do samba. trabalhei também no marketing de um shopping, saindo de casa com minha filha dormindo e voltando com ela dormindo. liguei pra agência e propus voltar num modelo híbrido, em casa, indo um ou dois dias na semana. eles toparam. o salário não era alto, mas os ganhos eram infinitos, e todo mundo de lá é meu amigo até hoje.

a quarta tentativa foi a definitiva, e o meu último emprego virou meu primeiro cliente. eles estavam desmontando a operação física e ofereceram aos clientes que eu já atendia ficar comigo. a ivete foi minha primeira cliente de contrato no meu home office, por dois anos. vieram restaurante, café, escritório de advocacia. fiz plataformas digitais, o site do saulo quando ele tinha acabado de assumir a carreira solo, junto com o pedro ivo na programação. eu tinha feito curso no senai em 1998, então design e um pouco de código já andavam comigo.

a mãe dos meus filhos era psicóloga e autônoma, e o desejo dela de ter um fixo era grande. dois autônomos na mesma casa pesava. mas eu não ia ser infeliz, então passei por cima do desejo dela, da minha mãe, de todo mundo. lá no terceiro ano, numa escola com 15 alunos e orientação vocacional o ano todo, a imagem que eu tinha de sucesso era trabalhar de bermuda e camiseta em casa. demorei, mas cheguei.

marca pessoal desde 2008

o tema marca pessoal tá comigo desde 2008, quando pouca gente falava disso por aqui. eu sempre faço igual: penso num termo, pesquiso se alguém tá falando, e se ninguém tá, eu assumo. worklover eu trago desde antes de 2017. netweaving é um termo de 2011 que eu uso há muito tempo, e a dani me chamou pra falar dele no primeiro livro dela. lovenicho® é o meu nome pro cliente ideal: quem te motiva a sair da cama de manhã, o cliente que pode virar seu amigo. em 2017 eu decidi esvaziar o resto, post, arte, design avulso, e encher de personal branding. tatuei minha marca pra não ter como mudar mais.

pensei em desistir? todo dia. outro dia, depois de uma palestra numa faculdade, minha mãe sugeriu que eu podia arranjar um emprego de professor. quer me matar? hehe. um projeto de marca pessoal pode resolver vinte anos de uma pessoa tentando emplacar algo, sendo o que os outros queriam, escolhendo o público instagramável em vez do público que ama. quanto médico, engenheiro e advogado frustrado a gente conhece? às vezes a saída é uma união: o advogado que ama futebol pode virar advogado esportivo.

84% do meu público é mulher, porque mulher busca mais o serviço com autoconhecimento. tenho um post fixado que resume tudo numa sala. marca pessoal é o que falam de você quando você não está na sala. personal branding é o que você faz pra falarem bem quando você não está. autenticidade é o que você é, independente de quem esteja na sala. persona é quem você quer ajudar na sala. e brand content é o que você produz pra atrair as pessoas pra sala.

microconexões e lugar de fala

as pessoas compram quem a gente é, não o que a gente faz. se não fosse assim, ninguém seguia o cabeleireiro quando ele muda de salão. teve gente que comprou celular comigo na nokia, depois comprou carro comigo, depois fez marca comigo. o rapport, aquela técnica de espelhar o outro, pode ser usado de forma leviana. a pergunta é o que você tem de verdade em comum com o seu cliente.

e não dá pra falar o que o outro vê que não é. eu sou homem, branco, hétero, de classe média. não posso falar de diversidade como quem vive na pele. posso dizer que trato todo mundo igual, esse é o meu lugar de fala. e imagina alguém dizendo que o espaço é acolhedor e igualitário, sentado numa cadeira de diretor enquanto você fica numa mais baixa, do outro lado da mesa. você sente que tem algo estranho, mesmo sem saber dizer o quê. também não preciso dizer que torço pro time do cliente porque vi a sala dele cheia de coisa do time. posso dizer que gosto de futebol, porque é verdade.

coerência 100% ninguém tem. a ideia é se vestir do que deseja se tornar, um passo à frente do que você constrói, não dez. quem vende produto barato e da noite pro dia quer virar alto padrão com foto de macbook emprestado num apartamento emprestado até vende, porque pra todo profissional que não é genuíno existe um cliente que merece ele. e concorrência prostitui, parceria educa. o summit de marca pessoal da dani juntou mais de 40 palestrantes em salvador, e esses 40 não dão conta de todo mundo que precisa desse serviço numa cidade de dois milhões e seiscentos mil habitantes.

por que o autoconhecimento

passei por duas formações de constelação familiar, uma de três anos, por formação multirreferencial, coaching sistêmico, hipnoterapia com o diego wildberg (que foi meu cliente de marca pessoal e eu fui cliente dele), palhaçaria, arte de falar com a mariana freire. já ajudei a gerar conteúdo pra ivete e pra dona maria, a vizinha que queria vender marmita, e entendo as dores das duas. e o que todo cliente teve em comum no processo comigo foi tomar uma decisão: isso eu não quero, e aqui eu vou botar energia.

o motivo de eu ter mergulhado nisso veio do design. eu fazia uma marca com toda a ciência que a semiótica e a percepção visual permitem, a pessoa amava na apresentação, e depois não sustentava porque a família disse que não era a cara dela. uma coisa é o que você gosta, outra é o que te representa. quadrado passa segurança, círculo é outra conversa, itálico é movimento. é literal. mas pra pessoa aceitar o que ela precisa, eu preciso me conectar com o que ela deseja. a associação do rosa com o feminino, por exemplo, é cultural e recente. a pessoa carinhosa com marca fria e burocrática decepciona quem chega até ela. então comecei a estudar autoconhecimento pra ajudar as pessoas a se assumirem e colocar na vitrine o que tem dentro da loja.

e muitas vezes isso tá ligado a algo lá de trás. aí entra uma dinâmica de constelação, uma hipnose, uma indicação de terapia, pra pessoa decidir sem ser fantoche do desejo dos outros. o dinheiro tá a serviço da vida, é a troca. quando você põe ele na frente, a entrega muda e você fica infeliz. quando faz por amor, o outro reconhece e paga. todo mundo tem na família alguém que cozinha por amor, e é muito mais fácil essa pessoa vender três dias por semana pro público que ela gosta de servir do que alguém cozinhando a semana toda sem amor num restaurante.

pra quem tá com medo de começar

tem uma dinâmica que eu faço muito: me diz o que você gosta e me dá dez minutos. eu vou achar alguém na internet ganhando dinheiro com isso. qualquer área.

e contei uma coisa que pouca gente sabia. eu apaguei meu perfil antigo, com 18 mil seguidores, e comecei esse do zero pra mostrar que dá. só que nunca é do zero de verdade, você recomeça carregando toda a bagagem que já tinha. número de seguidor é prova social, mas não é tudo. e passei um bom tempo escrevendo tudo no feminino, porque a maioria do meu público é mulher. muito homem estranhou. eu achava mais fácil os poucos homens se adaptarem do que a maioria ler tudo no masculino.

pra mulher que tá ouvindo isso sem apoio e sem confiar em si, eu digo a frase que me acompanha: quando você escutar o seu silêncio, vai estar pronta pra fazer o barulho que deseja. é possível pra você, você merece, e não só por você. é pela sua mãe e pela sua avó, que não puderam fazer o que gostavam. não é fácil, porque pede constância e disciplina. mas é simples, e é possível.

o que você gosta tanto de fazer que nem acredita que dá dinheiro?

fui. 💚

gostou? manda pra quem precisa ler.
carta do kerk

um lampejo por e-mail, quando valer.

sem frequência fixa e sem encher sua caixa.

do silêncio ao barulho

se você não escolhe quem é, o mundo escolhe por você.

e quando o mundo escolhe, ele simplifica, rotula, empacota. sua marca começa com uma escolha, antes de qualquer post. bora?

onde há paixão, não há imitação.

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